Pesquisadores alemães estudam novo material para fabricar memórias

Pesquisadores do Instituto de Pesquisa de materiais em estado sólido de Leibniz, na Alemanha, estão desenvolvendo uma nova forma de fabricação de memórias que pode expandir a capacidade atual. Os engenheiros têm tentado construir memórias magnéticas que possam armazenar dados por dez ou mais anos. Para isso, porém, é necessário diminuir cada vez mais o tamanho dos materiais usados. Esse processo, entretanto, tem um limite físico que está próximo de ser alcançado. Para evitar que isso aconteça, o grupo de pesquisadores alemães trabalhou sobre o Cobalto, que mantém os dados seguros nas memórias magnéticas. Esse material normalmente precisa de 50 mil átomos juntos para funcionar. Eles conseguiram fazer com que esse componente funcione com 50 átomos. Para que funcione desta forma, o grupo de Leibniz anexou anéis de carbono ao cobalto que reproduz a formação hexadecimal como se tivesse 50 mil átomos. Isso leva a uma redução significativa de espaço. A técnica usada ainda está em fase experimental.

Fonte: WNEWS

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