Microsoft alerta para bug que existe há 17 anos no Windows

Falha no Virtual DOS Machine, lançado com o Windows NT, afeta todas as versões de 32 bits do Windows e pode ser explorada por invasores. Uma falha existente há 17 anos no núcleo do sistema operacional Windows de 32 bits pode ser explorada por invasores para sequestrar PCs remotamente, alertou a Microsoft na quarta-feira (20/1). A vulnerabilidade, que tem a mesma idade do Windows NT – primeira versão de 32 bits do sistema operacional da Microsoft, lançada em 1993 – reside no subsistema Windows Virtual DOS Machine (VDM) e foi descoberta pelo grande rival da Microsoft, o Google, na terça-feira (19/1). O engenheiro do Google, Tavis Ormandy, que detalhou o bug em uma lista de segurança na internet, diz ter informado a Microsoft sobre a existência da falha há sete meses. Ele também recebeu créditos por ter alertado a Microsoft sobre uma falha corrigida pela empresa no pacote de atualizações mensais Patch Tuesday, divulgado na semana passada. O VDM permite que versões anteriores ao Windows NT e outras versões mais antigas do sistema operacional rodem softwares em DOS e em versões do Windows de 16 bits. A primeira versão do Windows, em DOS, foi lançada em 1981. Em seu alerta, a Microsoft recomendou que todos os usuários do sistema afetado - presente em todas as edições de 32 bits do Windows, incluindo o novo Windows 7 - desabilitem o VDM, como solução temporária. As versões de 64 bits do Windows não estão vulneráveis. Este é o segundo alerta de segurança anunciado pela Microsoft nos últimos sete dias. A empresa informou que vai lançar uma correção de segurança, nesta quinta-feira (21/1), para uma falha no Internet Explorer, que já tem sido explorada por crackers em sites maliciosos. A brecha foi usada para promover ataques aos sistemas do Google e de outras 33 empresas, em dezembro de 2009. Explorando a antiga falha no Windows, "um invasor pode rodar códigos arbitrariamente no kernel do sistema", informa o alerta da Microsoft. "Em seguida, ele pode instalar programas, visualizar, modificar ou apagar dados; ou criar novas contas com direito de administrador liberado." A Microsoft classificou a falha como “importante”, que é o segundo nível de periculosidade de uma brecha após a classificação “crítica”. O gerente de programas do Microsoft Security Response Center (MSRC), Jerry Bryant, informou, entretanto, que a empresa não registrou qualquer ataque que explorasse o bug e minimizou o risco da antiga falha. "Para explorar esta vulnerabilidade, o invasor deve ter acesso a uma conta no sistema”.

Fonte: IDG NOW

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